Temporada 2026 foi a mais assistida dos últimos três anos, com 52 milhões de brasileiros alcançados e crescimento expressivo também nas plataformas digitais.
O Campeonato Brasileiro Feminino A1 encerrou a temporada de 2026 com números históricos de audiência. Ao todo, 52 milhões de brasileiros acompanharam os jogos da competição pela televisão, resultado que coloca esta edição como a de maior alcance dos últimos três anos e reforça o crescimento do interesse pelo futebol feminino no país.
Os índices avançaram especialmente nas regiões Nordeste, Sudeste e Sul. O crescimento também apareceu entre diferentes perfis de público, com aumento da audiência entre mulheres, pessoas das classes AB, adolescentes de 12 a 17 anos e jovens com idade entre 18 e 24 anos.
A média nacional do Brasileirão Feminino chegou a 10 pontos de audiência, ficando 34% acima da soma registrada pelas três principais emissoras abertas concorrentes no mesmo período. Salvador apresentou o maior índice histórico da competição na cidade, alcançando 12,1 pontos.
Outras capitais também registraram marcas expressivas. No Rio de Janeiro, a média chegou a 11,4 pontos, enquanto São Paulo marcou 10,1. Recife registrou 10 pontos, Curitiba alcançou 9,5 e Porto Alegre ficou com 8,7. Em todas essas cidades, os números foram os maiores dos últimos três anos para o campeonato.
O ponto mais alto da audiência ocorreu justamente na final da competição, disputada no último sábado (3), quando o São Paulo conquistou o título diante do Corinthians. A decisão transmitida pela TV Globo alcançou 23 milhões de brasileiros e registrou média nacional de 12,3 pontos.
Rio de Janeiro e São Paulo tiveram desempenho ainda mais expressivo durante a final. A capital fluminense alcançou 14,4 pontos, enquanto a capital paulista chegou a 13,6, estabelecendo as maiores audiências já registradas para a modalidade nessas duas praças.
O crescimento também foi observado no ambiente digital. Conteúdos relacionados ao Brasileirão Feminino somaram 23 milhões de visualizações nos perfis da detentora dos direitos de transmissão, volume oito vezes superior ao registrado na edição de 2025. Durante a decisão, a hashtag #BrasileirãoFeminino permaneceu por aproximadamente duas horas entre os assuntos mais comentados do Brasil.