Sua história reflete uma combinação de aprimoramento genético, inovação e sabor, consolidando-se como uma opção especial para a época do ano
O Chester, presença clássica nas ceias de Natal no Brasil, é cercado de curiosidades. Apesar de sua popularidade, poucas pessoas conhecem sua história. O Chester é uma marca registrada da Perdigão, pertencente ao grupo BRF, e não de uma espécie diferente.
Sua origem remonta a uma linhagem de frangos trazida da Escócia para o Brasil nos anos 1980 pelos EUA. O nome "Chester" deriva do inglês "chest", que significa peito, em alusão à concentração de carne nessa região. Cerca de 70% da carne da ave estão no peito e nas coxas, partes nobres que foram aprimoradas ao longo do tempo.
Foto: Imagem da Internet
A produção do Chester ocorre na cidade de Mineiros, em Goiás, e começa já em março. Apenas os machos são abatidos para atender ao padrão natalino, enquanto as fêmeas são destinadas a outros produtos. Esse processo estratégico atende à alta demanda de milhões de unidades vendidas no final do ano.
Apesar de um tempo maior de criação em comparação com o frango convencional, o Chester apresenta menor teor de gordura e sabor mais suave. Ele é batido após cerca de 50 a 20 dias a mais que o frango comum.
Lendas sobre a Ave foram levantadas sobre sua aparência e criação. Algumas histórias diziam que o Chester não tinha cabeça ou era tão pesado que não conseguia andar. Hoje, a BRF adota transparência, destacando a qualidade genética e os cuidados rigorosos com a criação.
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Produzido exclusivamente para o período natalino, o Chester mantém uma tradição nas mesas brasileiras. Sua história reflete uma combinação de aprimoramento genético, inovação e sabor, consolidando-se como uma opção especial para celebrações familiares.
Assim, o Chester segue como símbolo de um Natal farto e saudável, oferecendo um produto diferenciado para as ceias brasileiras.