Evento reúne Pontos de Cultura, coletivos e agentes culturais com programação formativa e artística.
As inscrições para a 1ª Teia Amazonas começam nesta quinta-feira (22) e podem ser realizadas pelo Portal da Cultura, com participação aberta a Pontões, Pontos de Cultura, grupos e coletivos artísticos de todo o estado.
A programação de 2026 será realizada em dois momentos, com o Pré-Fórum Cultura Viva Amazonas acontecendo entre os dias 25 e 28 de janeiro e a 1ª Teia Amazonas prevista para ocorrer de 27 a 30 de janeiro, reunindo atividades de formação, diálogo e articulação no campo cultural.
Promovida pelo Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, a 1ª Teia Amazonas antecede o 3º Fórum Estadual de Pontos de Cultura e foi estruturada como um espaço estratégico voltado à organização de agentes culturais vinculados à Política Nacional Cultura Viva.
A abertura do Pré-Fórum Cultura Viva Amazonas ocorre no domingo (25/01), das 16h às 19h, no Auditório do Palacete Provincial, com painéis que irão abordar a trajetória da Cultura Viva no Brasil, os mecanismos de gestão compartilhada e os desafios para a continuidade da política pública.
Foto: Reprodução
Na segunda-feira (26/01), as atividades seguem no mesmo horário e no mesmo local, com painéis aprofundando reflexões sobre o papel dos Pontos de Cultura e as especificidades culturais presentes nos territórios amazônicos.
A abertura oficial da 1ª Teia Amazonas será realizada na terça-feira (27/01), às 9h30, reunindo autoridades e representantes da Cidadania Cultural do Ministério da Cultura e da Rede Nacional de Pontos de Cultura.
Além da programação formativa, o público também poderá acompanhar uma agenda cultural integrada, com apresentações no Palco Teia, exibições audiovisuais no CineTeia e a Feira Teia Criativa, que reunirá produtos da economia criativa e solidária.
O evento também contará com o Espaço Floresta Viva, com ambientações artísticas e exposições inspiradas nos territórios amazônicos, consolidando a 1ª Teia Amazonas como um marco de fortalecimento da Cultura Viva no estado e de valorização das identidades locais, com protagonismo dos fazedores de cultura e incentivo à construção coletiva de uma cultura diversa e enraizada no Amazonas.