Saídas ocorrem para disputa nas eleições de outubro em diferentes cargos
O prazo de desincompatibilização para agentes públicos que pretendem disputar as eleições de 2026 terminou no sábado (4). A regra exige que ocupantes de cargos no Executivo, como governadores, prefeitos e ministros, deixem suas funções dentro do período estabelecido pela legislação eleitoral.
Com o fim do prazo, 11 governadores deixaram os cargos para concorrer nas eleições de outubro. Entre eles, Ronaldo Caiado (PSD-GO) e Romeu Zema (Novo-MG) sinalizam pré-candidatura à Presidência da República, enquanto outros chefes de Executivo estadual devem disputar vagas no Senado.
Entre os governadores que deixaram os cargos para concorrer ao Senado estão Gladson Cameli (PP-AC), Wilson Lima (União-AM), Ibaneis Rocha (MDB-DF), Renato Casagrande (PSB-ES), Mauro Mendes (União-MT), Helder Barbalho (MDB-PA), João Azevêdo (PSB-PB) e Antonio Denarium (PP-RR). O ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), também deixou o cargo, mas foi declarado inelegível pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e deve disputar sub judice.
Outros nove governadores permanecem nos cargos e devem tentar a reeleição, já que a legislação permite a continuidade no Executivo para quem busca o segundo mandato. Também há sete governadores que optaram por permanecer até o fim da gestão e não disputarão cargos nas próximas eleições.
O primeiro turno das eleições está marcado para 4 de outubro, quando eleitores escolherão presidente, governadores, senadores e deputados. O segundo turno, se necessário, ocorrerá em 25 de outubro.