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Sambista Paulo Onça morre aos 63 após agressão brutal em Manaus

A causa oficial da morte ainda não foi divulgada

26 de Maio de 2025
Foto: Divulgação

O cantor e compositor amazonense Paulo Onça faleceu nesta segunda-feira (26), aos 63 anos, em Manaus, após cinco meses internado. Ele foi brutalmente agredido em dezembro de 2024, após um acidente de trânsito com o empresário Adeilson Duque Fonseca, conhecido como “Bacana”, que o espancou violentamente na Rua Major Gabriel, bairro Praça 14.

O músico ficou dois meses na UTI, com graves sequelas, e passou por uma cirurgia de cranioplastia no último dia 14 de maio. A esposa do artista, Simone Andrade, relatou que ele vinha mostrando sinais de melhora, mas não resistiu às complicações. A causa oficial da morte ainda não foi divulgada.

O agressor segue preso. Imagens de câmeras de segurança mostram Fonseca desferindo socos e chutes contra Paulo Onça, que ficou inconsciente no local. O caso gerou forte comoção no meio artístico e entre os fãs do samba amazonense.

Paulo Onça estava internado no Hospital Universitário Getúlio Vargas desde o dia 12 de maio, para onde foi transferido do Hospital João Lúcio, onde recebeu os primeiros atendimentos.

Com mais de 130 composições, Paulo Onça teve sua obra imortalizada no carnaval amazonense e carioca. Um de seus maiores sucessos foi o samba-enredo “Ivete do Rio ao Rio”, vencedor no carnaval do Rio de Janeiro.

O artista teve músicas interpretadas por nomes consagrados como Zeca Pagodinho, Jorge Aragão e Exalta Samba. Em 1998, participou da criação do samba-enredo “Parintins para o Mundo Ver”, apresentado pelo boi-bumbá Garantido e levado à Sapucaí pela Escola de Samba Salgueiro.

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